«Uma verdadeira educação inclusiva é aquela em que o educador cria contextos educativos onde cada criança encontra a estimulação de que necessita para progredir, não perdendo de vista nenhuma criança e respondendo a todas elas »
Gabriela Portugal

Aqui pode encontrar o nosso Portfólio das atividades que desenvolvemos, as razões da sua realização, os progressos das crianças durante a permanência no Jardim de Infância, ate à entrada no 1º CEB

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ATIVIDADES PARA OS TEMPOS LIVRES

(clica em cima do nome do ficheiro e joga)

JOGOS EDUCATIVOS
BIBLIOTECA DO GIGANTE , SITE DE JOGOS
SITIO DOS MIUDOS
, ATIVIDADES EDUCATIVAS, CAMINHO DAS LETRAS , RISCOS E RABISCOS
APRENDER A RECICLAR , JOGAR COM DADOS
BOB, RUCA, DINOSSAUROS, CARROS
QUADRO MAGNÉTICO, SUDOKU DAS CORES
JOGO DOS DENTES

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A preparar o dia da educação física


Amanhã é dia dos namorados!

Depois de ouvida e explorada mais uma história - esta:

                          

Pois mas nós não temos namorados!
Pois não, e verdade, mas temos pessoas que nos são muito importantes!
Sim...os pais...os amigos....


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Há matemática na realização de um bolo?

A resposta é...claro que sim!
 Como?
Quando enumeramos os ingredientes pela ordem pela qual os usamos (1º...2º...3º,...)
Quando pesamos o açúcar e a farinha (300 gr de...)
Quando contamos os ovos
Quando registamos o processo.
 Quando partimos o bolo ao meio, em quartos...
 Quando atribuímos o numero de fatias necessárias para que todos possam comer


 

  Hum, estava bem bom!
Na próxima semana vai haver mais...
  Alguns dos registos feitos







 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Matemática vive-se diariamente

 «No jardim de infância, a aprendizagem das crianças requer uma experiência rica em matemática, ligada aos seus interesses e vida do dia a dia, quando brincam e exploram o seu mundo quotidiano. O/A educador/a deverá proporcionar experiências diversificadas e desafiantes, apoiando a reflexão das crianças, colocando questões que lhes permitam ir construindo noções matemáticas e propondo situações problemáticas em que as crianças encontrem as suas próprias soluções e as debatam com as outras.»
 In, OCEPE, abril de 2016


A matemática surge em tudo, está em todo o lado. 
É através dela que encontramos soluções para os problemas do dia-a-dia.  

No Jardim de Infância aproveitam-se as diversas situações que surgem para questionar, promover o levantamento de hipóteses e encontrar soluções, fomentando a construção de conceitos matemáticos. É rotina diária que o ajudante do dia registe, depois das presenças marcadas por todos,  o numero de raparigas presentes, o numero de rapazes e o numero total de crianças.

 Os mais velhinhos já fizeram um longo percurso na construção destes conceitos.  Atualmente realizam esta tarefa através do uso de algarismos  (já fazem pequenas operações simples tais como somar e subtrair pequenas quantidades), mas os mais pequeninos ainda estão num processo de aprendizagem e de construção destes conceitos complexos.
 Isto não invalida que possam realizar as mesmas tarefas mas de forma adequada ao seu nível de desenvolvimento.

Aqui ficam dois exemplos de registo das presenças realizados por crianças de 3 e 4 anos.  



«O desenvolvimento de noções matemáticas inicia-se muito precocemente e, na educação pré-escolar, é necessário dar continuidade a estas aprendizagens e apoiar a criança no seu desejo de aprender. Esse apoio deverá corresponder a uma diversidade e multiplicidade de oportunidades educativas, que constituam uma base afetiva e cognitiva sólida da aprendizagem da matemática. Sabe-se que os conceitos matemáticos adquiridos nos primeiros anos vão influenciar positivamente as aprendizagens posteriores e que é nestas idades que a educação matemática pode ter o seu maior impacto»

 In, OCEPE abril 2016
Entreajuda, um valor vivido no dia-a-dia!
 Ajudar os pequeninos a tirar a bata antes da educação física

Um trabalho colaborativo

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A construção articulada do saber

O que fazem as crianças em tempos de atividades de livre escolha.?
BRINCAM...
... com os amigos que elegem;
...a fazer de conta que são quem gostariam de ser ou a imitar os que os rodeiam e com quem mais se identificam;
...a explorar os materiais e a fazer descobertas!

Fazem torres muito altas que seguidamente caem. 
Uma risota, claro!
 Recriam cenas do quotidiano
 Assumem papeis e copiam os modelos
 Descobrem o mundo das palavras e das letras

 « O desenvolvimento da criança processa-se como um todo, em que as dimensões cognitivas, sociais, culturais, físicas e emocionais se interligam e atuam em conjunto. Também a sua aprendizagem se realiza de forma própria, assumindo uma configuração holística, tanto na atribuição de sentidos em relação ao mundo que a rodeia, como na compreensão das relações que estabelece com os outros e na construção da sua identidade. 
 (...)
Esta articulação entre áreas de desenvolvimento e aprendizagem assenta no reconhecimento que brincar é a atividade natural da iniciativa da criança que revela a sua forma holística de aprender. »
(...)
O/A educador/a promove o envolvimento ou a implicação da criança ao criar um ambiente educativo em que esta dispõe de materiais diversificados que estimulam os seus interesses e curiosidade, bem como ao dar-lhe oportunidade de escolher como, com quê e com quem brincar. Assim, a criança desenvolve os seus interesses, toma decisões, resolve problemas, corre riscos e torna-se mais autónoma. Também, ao brincar, a criança exprime a sua personalidade e singularidade, desenvolve curiosidade e criatividade, estabelece relações entre aprendizagens, melhora as suas capacidades relacionais e de iniciativa e assume responsabilidades.»
IN OCEPE, abril 2016



 Nas atividades mais dirigidas as crianças desenvolvem tarefas de acordo com o que lhes foi solicitado.
Hoje, durante a tarde, todos fizeram modelagem com plasticina.
 Alguns de forma livremente, outros seguindo os modelos oferecidos.





«Numa dinâmica de interação, em que se articulam as iniciativas das crianças e as propostas do educador, brincar torna-se um meio privilegiado para promover a relação entre crianças e entre estas e o/a educador/a, facilitando o desenvolvimento de competências sociais e comunicacionais e o domínio progressivo da expressão oral. Proporciona, de igual modo, outras conquistas, tais como, ter iniciativas, fazer descobertas, expressar as suas opiniões, resolver problemas, persistir nas tarefas, colaborar com os outros, desenvolver a criatividade, a curiosidade e o gosto por aprender, que atravessam todas as áreas de desenvolvimento e aprendizagem na educação de infância, constituindo condições essenciais para que a criança aprenda com sucesso, isto é, “aprenda a aprender”. »

Despertar para 5ª feira

Na próxima 5ª feira vamos ter mais uma sessão do Trabalho Coral. 
A Susana tem-nos dado a conhecer muitos dos instrumentos musicais de uma orquestra. Na última sessão falou-se da família dos instrumentos de cordas a que pertencem os violinos, as violas, os violoncelos, os contrabaixos, a harpa, o piano, a guitarra acústica, a guitarra eléctrica., o cravo ...

 Provavelmente na 5ª feira exploraremos a família dos instrumentos de sopro: a flauta transversal, o obué, o clarinete, a trompa, ...

 Hoje, com a ajuda do Zéthoven, ouvimos todos estes instrumentos, separadamente e em conjunto, a tocar O Balão do João, musica nossa conhecida.
 Foi uma primeira abordagem mas agradou a todos.  
Na 5ª feira vamos todos mais despertados para o que vamos ouvir.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

 «Os espaços de educação pré-escolar podem ser diversos mas o tipo o de equipamento, os materiais existentes e a forma como estão dispostos condicionam, em grande medida o que as crianças podem fazer e aprender.
(...)
Uma «reflexão sobre o espaço, materiais e a sua organização é condição indispensável para evitar espaços esteriotipados e padronizados que não são desafiadores para as crianças.»

Aproveitamos o dia de greve do pessoal não docente, e por esse facto não haver crianças na sala, para reformular o espaço.   Era uma necessidade já identificada: a criação de um cantinho da escrita pelo interesse das crianças mais velhas pela escrita e pelas letras, que também vai de encontro aos objectivos, à nossa intencionalidade educativa. Durante este 2º período definimos como prioridade as questões da emergência da leitura e da escrita, (para os mais crescidos) e do desenvolvimento da linguagem oral (compreensiva e expressiva) no caso dos mais pequeninos.

 O (novo) cantinho da escrita



 




E como hoje é dia da visita à Biblioteca da escola ( e esta não estava ocupada), depois de uma simulação de saída de emergência - vai haver esta semana um simulacro com bombeiros, policia e INEM! - lá fomos.
 Não houve hora do conto mas sim uma consulta livre aos livros.
Requisitamos livros para a sala: 
 Este foi um dos escolhidos e foi lido na sala, durante a tarde.
e assim foi o nosso dia.